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Banalização da Libertadores é retrato do futebol sul-americano

out 3 • Atlético-MG, Atlético-PR, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Destaques, Flamengo, Fluminense, Goiás, Grêmio, Internacional, Libertadores, Palmeiras, Santos, São Paulo, TICKER, Times, Vasco, VitóriaNenhum comentário em Banalização da Libertadores é retrato do futebol sul-americano

O Brasil terá sete vagas para a Libertadores da América do ano que vem – os seis primeiros classificados do Brasileiro e mais o campeão da Copa do Brasil. Esse número pode aumentar par oito clubes, caso Chapecoense ou Coritiba vençam a Sul-americana. A principal competição do continente passa a ter 44 clubes, mas este número poderá aumentar ainda mais. Que coisa…
Não aprovo o inchaço de clubes na Libertadores. Vejo como desfavorável para a competição, além de desequilibrar as forças entre os países. A Libertadores cada vez mais tende a virar um “Brasil x Argentina”. Bom isso? Eu não acho, pelo contrário…
A divisão de clubes deve sim se escorar pela importância dos países, mas tem que respeitar também uma democracia que deve existir no esporte e não só no futebol.
No entanto, tem outro lado deste aumento de vagas que se torna bom para o futebol brasileiro, mais precisamente para o campeonato nacional.
A decisão anunciada pela Conmebol motiva os clubes e aumentará a competitividade entre os times na reta final do Brasileirão. Pode-se afirmar por outro ângulo de que não haverá a tal da “entrega” de jogos, que tanto prejudicou o Brasileirão nos últimos anos.
Entre os dez primeiros classificados, todos, sem exceção, seguem na briga por uma vaga para a próxima Libertadores. Então, a tendência será foco até as últimas rodadas. Para o produto “Brasileirão”, a decisão da Conmebol é maravilhosa. Para os clubes também. Já para a competição…
Uma Libertadores inchada, com mais de 40 clubes e podendo ter seis, sete times brasileiros não é salutar. A principal competição do continente merece organização, competitividade e respeito. A Libertadores deve ser vista como um objetivo difícil de ser conquistado, algo realmente grande, mas com a Conmebol nunca terá isso, é fato. A banalização da Libertadores é o retrato do futebol sul-americano.

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