Free songs
ze-roberto-tenta-afastar-felipe-melo-de-confusao-com-uruguaios-1493264648724_615x300

Libertadores é a cara do futebol sul-americano

abr 27 • Destaques, Libertadores, TICKERNenhum comentário em Libertadores é a cara do futebol sul-americano

A Libertadores da América revelou nesta quarta-feira, de novo, seu lado mais obscuro. A emboscada armada para o time do Palmeiras, ao final do jogo diante do Peñarol, no Uruguai, prova que a impunidade corre solta no futebol sul-americano e, por isso, tudo de pior acontece no torneio continental.

Jogadores e comissão técnica do Palmeiras ficaram acuados ao final do jogo, dentro do campo, sem poder descer ao vestiário, expostos à ira dos uruguaios. Ficou escancarado que foi algo premeditado pelos clube uruguaio e que aconteceria mesmo se o Peñarol vencesse a partida. Algo surreal em se tratando da principal competição da América do Sul.

E algo impensável também de acontecer, por exemplo, na Liga dos Campeões, que é a principal competição de clubes da Europa. A Libertadores escancara a falta de educação do continente sul-americano e a impunidade que impera nas relações clubes x Conmebol.

A briga dentro de campo se estendeu às arquibancadas, onde os poucos torcedores do Palmeiras passaram a se confrontar com os torcedores locais. A ausência da polícia chamou atenção, assim como a presença de seguranças que estavam no local, mas para engrossar o confronto. Um absurdo.

A Conmebol deve ser posicionar. Uma pena administrativa pode e deve se ser aplicada ao Peñarol. Até mesmo o Palmeiras poderá sofrer punição, o que seria insensato por parte da entidade.

No entanto, a pergunta que fica é a seguinte: até quando a Libertadores da América será assim? O torneio continental oferece guarida à truculência aos adversários e a absolvição aos agressores. É um torneio que tem glamour, é visto como obsessão pelos clubes brasileiros, mas não merece tal posto.

A Libertadores da América é uma vergonha continental. Uma competição que serve apenas para revelar a má educação do continente ao mundo. O torneio precisaria passar por uma profunda mudança. Quando peço isso, não me refiro à mudança de tabela, de clubes ou de estádios, mas sim um banho de moralidade. Como isso não é possível, a Libertadores seguirá sendo a Libertadores. Uma competição que privilegia a violência e a selvageria e com muita gente batendo palmas e achando o máximo. Uma pena…

Foto: AP/Matilde Campodonico

Posts Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

« »

Optimization WordPress Plugins & Solutions by W3 EDGE