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Bola de Ouro aos melhores: CR7 e Pelé

jan 13 • Futebol pelo MundoNenhum comentário em Bola de Ouro aos melhores: CR7 e Pelé

O evento de premiação ao melhor jogador do mundo na temporada 2013 teve emoção, choro e justiça. Como era esperado, Cristiano Ronaldo ficou com a bola de ouro, eleito o melhor jogador do mundo. O português chorou copiosamente após o anúncio de seu nome por parte de Pelé, a quem coube abrir o envelope com o nome do vencedor, e teve até de encurtar o discurso pela falta de palavras e muitas lágrimas.

O choro de Cristiano Ronaldo teve motivo, afinal triunfar no futebol mundial em tempos de Lionel Messi é uma missão para poucos. Por isso o português não segurou a emoção.

O evento teve justiça também, ou melhor, uma correção histórica por parte da Fifa: a bola de ouro entregue a Pelé, um dos poucos troféus que faltavam na galeria do melhor jogador de todos os tempos.

Explica-se: Quando o Rei do Futebol jogava, o prêmio ainda não existia, por isso a ausência da bola de ouro em seu currículo.

Desta forma a Fifa se redimiu de forma justa e sensata ao premiar, em vida, o maior jogador de futebol do século.

Nesta eleição de melhor do mundo tudo apontava para a vitória do português Cristiano Ronaldo. O craque do Real Madrid cumpriu ótima temporada, sem dúvida, mas levou o prêmio mesmo sem ter conquistado nenhum caneco na última temporada.

Já Lionel Messi, o atual tetracampeão, compareceu à festa, bem alinhado, mas apenas bateu palmas para o grande rival.

O francês Franck Ribéry, que era o grande azarão na corrida pela bola de ouro, pode ter ficado frustrado com a perda do troféu, até porque nem Cristiano Ronaldo, tampouco Messi, ganhou tantos títulos como ele na temporada passada. No entanto, o prêmio ficou em boas mãos. O português mereceu…

Algumas considerações sobre a premiação: Cristiano Ronaldo teve uma ótima temporada, mereceu ganhar o troféu, mas deve ser elogiado pelo futebol que apresentou durante toda a temporada.

O seu desempenho com a camisa da seleção portuguesa na repescagem para a Copa do Mundo foi decisivo, mas não deve ser apontado como vital para o prêmio, afinal repescagem é repescagem.

Já Lionel Messi não teve uma temporada ruim. Enganam-se os que pensam que o argentino não brilhou. Ele pode ter se destacado menos, sobretudo por causa da lesão que o tirou de parte da temporada passada. No entanto, em campo, fez gols e foi genial, como sempre.

Já Ribéry destacou-se, levantou títulos, mas é um jogador de conjunto. Com a camisa do Bayern se sente bem e torna-se muito útil ao time. Mas, por ora, está longe de ser um talento individual que mereça tal prêmio individual.

Fotos: AFP

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