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Libertadores é obsessão. Brasileirão é obrigação

maio 28 • Atlético-MG, Destaques, Libertadores, Palmeiras, São Paulo, TICKER, TimesNenhum comentário em Libertadores é obsessão. Brasileirão é obrigação

O Palmeiras perdeu o clássico para o São Paulo por 2 a 0, no Morumbi, e amargou a segunda derrota consecutiva no Brasileirão. O próximo jogo será “apenas” o Atlético-MG, rival direto do Alviverde na luta pelo caneco nacional. O Brasileirão é assim: uma pauleira a cada rodada e a pressão anda lado a lado com os times, sobretudo àqueles apontados como favoritos.

A obrigação de título do Palmeiras é o Brasileirão. A obsessão palmeirense é a Libertadores da América, é fato, mas o nacional é uma obrigatoriedade. Explico…

A Libertadores, até pelo formato de mata-mata em sua fase final, pode derrubar até mesmo os favoritos. Num jogo que o time for mal ou de repente cair num chaveamento complicado na fase eliminatória pode ruir com o sonho de titulo até mesmo de equipes fortes e talentosas.

Agora, no Brasileirão, o formato de disputa joga a favor dos clubes com melhor elenco, pois é a regularidade que pesa ao final da disputa. Por isso, o Brasileirão deve pressionar ainda mais o Alviverde, pois é a competição que realmente oferece chance de título ao Alviverde.

O Palmeiras não está bem. Mesmo após o retorno de Cuca, o time segue instável, desequilibrado taticamente. Algo normal, até pela chegada de jogadores e a formação de um novo time. Cuca sabe que terá de montar o time na sequência da temporada e com a pressão lado a lado.

Diante do Galo, na próxima rodada, o Palmeiras corre o risco de amargar a terceira derrota consecutiva. Já imaginou a pressão interna, imposta pelo próprio treinador? O Brasileirão é uma competição traiçoeira e que expõe os clubes a uma campanha de fôlego na busca pelo caneco.

Cada rodada uma decisão.

No clássico do Morumbi, Cuca errou na postura e na escalação. Ceni foi melhor. O resultado final foi justo, porém não mostrou um Tricolor superior, avassalador. Foi, sim, um time mais eficiente na frente, no momento de matar o jogo. Pratto fez a diferença.

O Palmeiras busca ainda uma formação mais encorpada e um esquema melhor definido. Cuca é competente e trabalha para isso. Agora, fico a pensar: e se fosse Eduardo Baptista no comando do Alviverde no clássico? Hoje, todos, sem exceção, estariam pedindo sua cabeça.

Nada melhor que ter moral. Cuca tem e conta com isso a seu favor. Mas sabe também que a moral só se mantem em alta com vitórias. Por isso, a reação deve vir rápida. De preferência, já na Copa do Brasil, diante do Internacional, quarta-feira, no sul do país.

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