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Dunga precisa definir os 11 titulares. E sem Oscar

nov 10 • Seleção BrasileiraComentários desativados em Dunga precisa definir os 11 titulares. E sem Oscar

 

Dunga precisa definir seus 11 titulares para a disputa das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Após os dois primeiros jogos, a seleção brasileira conta com uma vitória e uma derrota e precisa sim de um time pronto para tornar a disputa menos dolorosa.

A derrota para o Chile (2 a 0), em Santiago, e a vitória diante da frágil Venezuela (3 a 1), em Fortaleza, provaram que o meia Oscar, do Chelsea, pode ter moral com o treinador, mas não tem bola para garantir um lugar na equipe titular. Oscar é um jogador frágil emocionalmente, o que o faz oscilar demais durante os 90 minutos.

O Brasil precisa de jogadores com intensidade, sobretudo no esquema de Dunga, o qual exige uma versatilidade dos atletas na marcação e na criatividade. A participação de Oscar foi pífia nos dois jogos.

Pergunto: Será que só Dunga não viu? Em detrimento à moral que o meia tem no grupo, jogadores como o experiente Kaká e o novato bom de bola Lucas Lima não tiveram a chance real de mostrar que podem ser mais úteis à equipe.

O momento da seleção não é bom. As Eliminatórias já provaram que serão dureza. Então chegou a hora de fazer o arroz com feijão. O Brasil precisa dar uma resposta rápida para obter um lugar importante na tabela e distanciar o fantasma que ameaça sua participação no próximo Mundial.

Nessa linha de somar pontos e garantir a vaga para a Rússia, o treinador precisa formar um time, obter uma base forte, mesmo que essa equipe tenha jogadores experientes e que possam não estar na próxima Copa.

Refiro-me a Ricardo Oliveira, por exemplo. E falo também em Kaká. O primeiro, artilheiro do Brasileirão, e o segundo, experiente e talentoso, devem ter chance com Dunga, mesmo que tenham ameaçadas suas participações em 2018.

Dunga sabe que precisa classificar o time primeiro para a Copa do Mundo para depois pensar quem estará no Mundial. Fato é que o treinador precisa montar uma base e ter um time fechado de pelo menos 14 jogadores, contando que os mais experientes possam perder folego na corrida por uma vaga à próxima Copa.

Diante da Venezuela, Dunga trocou o goleiro Jefferson pelo menino Alisson, uma mudança que este blogueiro vinha pedindo há algum tempo. Nada contra o goleiro do Botafogo, mas tudo a favor de um camisa 1 novo, de potencial e que possa ser trabalhado para comandar um time jovem.

E chegada a hora da reformulação. Jefferson é bom caráter e sua presença no grupo muito importante e sadia, mas não como titular.

O Brasil volta a campo no dia 13 de novembro, diante da rival Argentina, em Buenos Aires. A seleção é apenas a quinta colocada na tabela, com três pontos. Hoje, o time canarinho disputaria a repescagem para chegar à Copa do Mundo de 2018.

Para piorar, a Argentina ocupa a sétima colocação, com apenas um ponto ganho. Imaginem o clima do jogo do dia 13. Vale lembrar que o Brasil já poderá contar com o craque Neymar, suspenso dos dois primeiros duelos das Eliminatórias.

Foto: AFP

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